Conquistando as Nações Para O Senhor Jesus


Livro de visitas

Data: 11/03/2013

De: CARLOS ALBERTO GOULART

Assunto: A NOSSA AMADA IGREJA.

ATALAIA ALERTA.
PAZ SEJA CONVOSCO!
Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.Ap. 3.20.
A você anjo (líder) ou membro da Laodicéia (que representa todas as denominações que dividem a igreja de hoje) seja uma das 7 estrelas (anjos) na mão direita de Cristo; Jesus está te convidando a ser membro da perfeita e fiel Igreja Filadélfia sem sair da tua casa (igreja), é só purificar ela, de acordo com a Bíblia. Não perca tempo, pois estamos no fim, também saiba mais, acessando gratuitamente o livro Atalaia (www.livroatalaia.com), que traz revelações do poder e artimanha do maior inimigo da humanidade, também sobre a 1ª e 2ª besta e o poder da maçonaria que é o retorno do dragão, agindo na terra até a chegada do anticristo, e ainda mais sobre as verdades das profecias e doutrinas bíblicas, o último dos quatro cavaleiros do Apocalipse, o princípio do fim, com a caída das torres (Daniel. 8) formando o caos das religiões: Judaica, Cristã e Muçulmana, conheça a nossa história, o terrorismo que sofremos por parte da nossa própria igreja, o qual a mídia e o mundo tentaram abafar; a era das 7 igrejas proféticas, tudo isso e muito mais. Esse é o início do maior movimento de purificação, restauração e unificação (em um só rebanho e um só pastor) da igreja depois de Lutero e de Wesley. É o plano perfeito de Deus para esse fim dos tempos. Por isso cristãos não ignore, como os religiosos Judeus ignoraram a Cristo.
Obs; se tu receber mais do que um e-mail é porque você expôs o teu e-mail mais de uma vez nos livros de visita, murais e blogs das Igrejas. E não tivemos como selecionar os repetidos.
e-mail: livroatalaia@brturbo.com.br

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Data: 10/10/2010

De: Emizael

Assunto: PL 6418/2005

Define os crimes resultantes de
discriminação e preconceito de raça, cor,
etnia, religião ou origem.
O Congresso Nacional decreta:
CAPÍTULO I
DA DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação
e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem.
CAPÍTULO II
DOS CRIMES EM ESPÉCIE
Discriminação resultante de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou
origem
Art. 2º Negar, impedir, interromper, restringir, constranger ou dificultar, por
motivo de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem, o gozo ou exercício de direito
assegurado a outra pessoa:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
Aumento da pena
§ 1º A pena aumenta-se de um terço se a discriminação é praticada:
I – contra menor de dezoito anos;
II – por funcionário público no exercício de suas funções ou a pretexto de exercêlas;
III – contra o direito ao lazer, à educação e à saúde;
IV – contra a liberdade de consumo de bens e serviços.
Violência resultante de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem
§ 2º A pena aumenta-se de metade se a discriminação consiste na prática de:
I – lesões corporais (art. 129, caput, do Código Penal);
II – maus-tratos (art. 136, caput, do Código Penal);
III – ameaça (art. 147 do Código Penal);
IV – abuso de autoridade (arts. 3º e 4º da Lei nº 4.898, de 9 de dezembro de
1965).
Homicídio qualificado, lesões corporais de natureza grave e lesão corporal
seguida de morte
2
§ 3º Se o homicídio é praticado por motivo de preconceito de raça, cor, etnia,
religião ou origem, aplica-se a pena prevista no art. 121, § 2º, do Código Penal, sem
prejuízo da competência do tribunal do júri; no caso de lesão corporal de natureza grave e
de lesão corporal seguida de morte, aplicam-se, respectivamente, as penas previstas no art.
129, §§ 1º, 2º e 3º, do Código Penal, aumentadas de um terço.
Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar sua contratação por motivo de
preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem:
Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa.
§ 1º A pena aumenta-se de um terço se a discriminação se dá no acesso a cargos,
funções e contratos da Administração Pública.
§ 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação
funcional, discrimina alguém por motivo de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou
origem.
Injúria resultante de preconceito de ração, cor, etnia, religião ou origem
Art. 4º Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, com a utilização
de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
Apologia ao racismo
Art. 5º Difundir, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor,
etnia, religião ou origem:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
§ 1º Nas mesmas penas incorre quem fabricar, comercializar, distribuir ou
veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz
suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo.
§ 2º Se os crimes previstos no caput e no § 1º forem praticados por intermédio
dos meios de comunicação social ou publicação de qualquer natureza, ou da rede mundial
de computadores – internet, a pena é aumentada de um terço.
Atentado contra a identidade étnica, religiosa ou regional
Art. 6º Atentar contra as manifestações culturais de reconhecido valor étnico,
religioso ou regional, por motivo de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem:
Pena – reclusão, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa.
Associação criminosa
Art. 7º Associarem-se 3 (três) ou mais pessoas, sob denominação própria ou não,
com o fim de cometer algum dos crimes previstos nesta Lei:
Pena – reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.
Parágrafo único. Nas mesmas penas incorre quem financia ou de qualquer modo
presta assistência à associação criminosa.
CAPÍTULO III
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
3
Art. 8º Os crimes previstos nesta Lei são inafiançáveis e imprescritíveis, na
forma do art. 5º, XLII, da Constituição Federal.
Art. 9º No crime previsto no art. 4º, somente se procede mediante representação
do ofendido.
Art. 10. A concorrência de motivos diversos ao preconceito de raça, cor, etnia,
religião ou origem não exclui a ilicitude dos crimes previstos nesta Lei.
Art. 11. Nas hipóteses dos arts. 5º e 7º, o juiz poderá determinar, ouvido o
Ministério Público ou a pedido deste, ainda antes do inquérito policial, sob pena de
desobediência:
I – o recolhimento imediato ou a busca e apreensão dos exemplares do material
respectivo;
II – a cessação das respectivas transmissões radiofônicas ou televisivas;
III – a suspensão das atividades da pessoa jurídica que servir de auxílio à
associação criminosa.
Parágrafo único. Constitui efeito da condenação, após o trânsito em julgado da
decisão, a destruição do material apreendido e a dissolução da pessoa jurídica que servir de
auxílio à associação criminosa.
Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 13. É revogada a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.
Senado Federal, em de dezembro de 2005.
Senador Renan Calheiros
Presidente do Senado Federal

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Data: 08/10/2010

De: Emizael

Assunto: Resolução da difamação da religião


1. O que é a Resolução da Difamação da Religião?
A resolução foi apresentada e votada de várias formas e sob vários nomes desde 1999. Espera-se que ela seja votada novamente na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas em dezembro de 2010. A primeira campanha da Difamação da Religião realizada pela Organização da Conferência Islâmica (OIC, em inglês), teve como alvo a “Difamação do islã”, mas posteriormente, voltou a ser considerada como “Difamação da Religião” para receber apoio de vários países. Até este ano, o islamismo foi a única fé especificamente mencionada nas resoluções do Conselho dos Direitos Humanos da ONU e que foi aprovada pela Assembleia Geral. Em março de 2010, uma nova versão foi apresentada ao Conselho. Mais uma vez era referente à islamofobia, mas também incluía a menção ao anti-semitismo e cristianofobia e foi votada como lei por uma pequena maioria. Porém, proteger o islã é claramente o foco da resolução.
2. O que está errado com a Resolução da Difamação da Religião?
A Resolução da Difamação da Religião busca criminalizar palavras ou ações consideradas contra uma religião em particular, nesse caso, o Islã. Embora os proponentes justifiquem que o conceito da “difamação de religiões” proteja a prática religiosa e promova a tolerância, ela, na verdade, promove a intolerância e viola a liberdade de religião e de expressão para as minorias religiosas – especialmente cristãos.
Os direitos humanos são exatamente isso – direitos pertencentes a indivíduos – mas essa resolução procura dar esses direitos a uma religião específica. Ela vai contra a lei dos direitos básicos que existem para proteger os seres humanos, não as crenças religiosas ou os sistemas.
A Resolução da Difamação da Religião tem o poder de dar legitimidade internacional para leis nacionais que punem a blasfêmia ou, por outro lado, proíbem críticas a uma religião. Por exemplo, a lei da blasfêmia em alguns países tem sido usada para justificar ações que restringem seletivamente dissidentes civis, proíbe a critica de estruturas políticas e restringe os discursos religiosos das comunidades de fé minoritárias, afasta membros de crença majoritária e pessoas de fé religiosa. Sob essas leis, acusações criminais foram impostas contra os indivíduos por difamação, insulto, ofensa, afronta e blasfêmia ao islã, que frequentemente
3. A perseguição está realmente acontecendo?
Sim!
Paquistão:
As leis de blasfêmia no Paquistão são geralmente usadas de forma abusiva pelos muçulmanos como ferramenta de vingança contra cristãos e outras minorias em disputas por terras e outras questões. Nenhuma prova é necessária para acusar alguém de blasfêmia e levar essa pessoa à prisão.
Em 3 de março, Ruqqiya Bibi e seu marido Munir Masih foram sentenciados a 25 anos de prisão sob a Seção 295-B do Código Penal paquistanês por profanar o Alcorão. Eles foram presos pela polícia de Mustafabad em dezembro de 2008 por tocar no livro sagrado do islã sem se lavar conforme o ritual. A punição por profanar o Alcorão é prisão perpétua, o que equivale a 25 anos no Paquistão.
O casal foi acusado de usar o Alcorão para magia negra, e que durante o processo, Ruqqiya tocou no livro sem passar pelo ritual de limpeza. Também foram acusados de escrever o credo do islã nas paredes de sua casa. O advogado deles disse que a acusação surgiu de uma discussão entre crianças muçulmanas e cristãs que acabou em um conflito entre seus pais.
Sudão:
Outro incidente de abuso das leis da “difamação da religião” que teve muita publicidade foi um caso ocorrido em novembro de 2007, no qual uma professora britânica foi sentenciada a 15 dias de prisão por “insultar a religião”, após ter nomeado um ursinho de pelúcia “Maomé”. O nome foi escolhido em homenagem a um aluno popular na classe chamado Muhammad.
4. O que a Portas Abertas Internacional está fazendo?
A Portas Abertas Internacional está organizando uma ação que faz parte da campanha Free to Believe para conscientizar as pessoas sobre a ameaça dessa resolução para a liberdade religiosa e para impedir que ela seja votada na Assembleia Geral das Nações Unidas.
Isso inclui:
A Portas Abertas Internacional está organizando uma petição global para coletar assinaturas em todo o mundo em apoio à liberdade religiosa e recomenda que a Resolução da Difamação da Religião seja rejeitada.
A Portas Abertas está trabalhando de forma diplomática nas Nações Unidas.
Muitos escritórios da Portas Abertas em diferentes países estão influenciando seus governos a destacar o assunto e aumentar a pressão para assegurar que muitas outras nações votem contra a resolução.
5. Por que é urgente?
A Resolução da Difamação da Religião tem sido apresentada na Organização das Nações Unidas desde 1999. Porém, tem havido uma diminuição significante no apoio à resolução nos últimos anos e existe uma grande chance de que ela seja rejeitada este ano. Ações conjuntas neste momento podem fazer toda a diferença.
Tentativas de influência consistentes, as ações populares e a consciência da mídia sobre o assunto são necessárias para alcançar o equilíbrio e, finalmente, derrotar a resolução. Até que seja rejeitada, ela continua dando legitimidade à legislação nacional como as leis de blasfêmia no Paquistão, que são usadas para restringir a liberdade religiosa, principalmente aos cristãos.
6. Relatório de votação da reunião na Assembleia Geral da ONU ano passado:
O esboço da resolução da difamação da religião (documento A/64/439/Add.2, parte II) foi adotado pela Assembleia Geral da ONU pelo registro de votos de 80 a favor, 61 contra, com 42 abstenções, conforme segue:
A favor: Afeganistão, Argélia, Angola, Azerbaijão, Barein, Bangladesh, Barbados, Belarus, Butão, Bolivia, Brunei, Camboja, Chade, China, Comores, Congo, Costa do Marfim, Cuba, República Democrática Popular da Coreia, República Democrática do Congo, Djibuti, Domínica, República Dominicana, Egito, El Salvador, Eritreia, Etiópia, Gabão, Guinea, Guiné-Bissau, Guiana, Indonésia, Irã, Iraque, Jordania, Cazaquistão, Kuweit, Quirguistão, República Democrática Popular do Laos, Líbano, Líbia, Malásia, Maldivas, Mali, Mauritânia, Marrocos, Moçambique, Mianmar, Namíbia, Nicarágua, Níger, Nigéria, Oman, Paquistão, Filipinas, Catar, Federação Russa, São Vicente e Granadinas, Arábia Saudita, Senegal, Cingapura, Somália, África do Sul, Sri Lanka, Sudão, Suriname, Suazilândia, Síria, Tadjiquistão, Tailândia, Togo, Tunísia, Turquia, Turcomenistão, Uganda. Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão, Venezuela, Vietnã, Iêmen.
Contra: Andorra, Austrália, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Chile, Croácia, Chipre, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Israel, Itália, Latvia, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Malta, ilhas Marshall, México, Micronésia (estados federais), Mônaco, Montenegro, Nauru, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Palau, Panamá, Papua Nova Guiné, Polônia, Portugal, República da Coreia, República da Moldávia, Romênia, Santa Lúcia, Samoa, São Marino, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia, Suíça, República da Macedônia, Timor Leste, Tonga, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos, Uruguai, Vanuatu.
Abstenção: Albânia, Antigua e Barbuda, Argentina, Armênia, Bahamas, Belize, Benin, Bósnia e Herzegovina, Botsuana, Brasil, Burquina Faso, Burundi, Camarões, Cabo Verde, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guine Equatorial, Fiji, Gana, Grenada, Guatemala, Haiti, Honduras, Índia, Jamaica, Japão, Quênia, Lesoto, Libéria, Malawi, Ilhas Mauricio, Mongólia, Nepal, Paraguai, Peru, Ruanda, São Cristóvão e Neves, Trindade e Tobago, Tuvalu, Tanzânia, Zâmbia.
Ausente: República Central Africana, Gâmbia, Quiribati, Madagascar, São Tomé e Príncipe, Seicheles, Serra Leoa, Ilhas Salomão, Zimbábue.
7. Quais países fazem parte da Organização da Conferência Islâmica?
Afeganistão, Albânia, Argélia, Azerbaijão, Barein, Bangladesh, Benim, Brunei, Burquina-Faso, Camarões, Chade, Comores, Costa do Marfim, Djibuti, Egito, Gabão, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Guiana, Indonésia, Irã, Iraque, Jordânia, Cazaquistão, Kuweit, Quirguistão, Líbano, Líbia, Malásia, Maldivas, Mali, Mauritânia, Marrocos, Moçambique, Níger, Nigéria, Oman, Paquistão, Palestina, Catar, Arábia Saudita, Senegal, Serra Leoa, Somália, Sudão, Suriname, Síria, Tadjiquistão, Togo, Tunísia, Turquia, Turcomenistão, Uganda, Emirados Árabes Unidos, Uzbequistão, Iêmen.
Divulgue em sua Igreja
Ajude a conscientizar as pessoas sobre a ameaça contra a liberdade religiosa compartilhando sobre a campanha Free to Believe com seus amigos, sua Igreja e seu pequeno grupo. Participe e incentive o maior número de pessoas a assinar a petição.

6600
assinaturas
online






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Data: 06/10/2010

De: Emizael

Assunto: Presos Nas Ferragens e à Beira da Morte, Pastores Louvam a Deus e Levam Bombeiros às Lágrimas

Presos Nas Ferragens e à Beira da Morte, Pastores Louvam a Deus e Levam Bombeiros às Lágrimas




FONTE: Portal DT | A Hora

Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem, na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica.

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

Os veículos – cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey – bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica – Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão – de uma empresa de cerveja – não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.

Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.
O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.

Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.

A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.
O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.

O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobrevivente, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

Minh’alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão de
Amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!

E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei
Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre. As lagrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

Deus os abençoe.


FONTE: Portal DT | A Hora

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Data: 04/10/2010

De: Emizael

Assunto: Cartas aos Jovens

Meus amigos, acordem! Vocês estão sendo enganados
Foi dito a vocês: “Satisfaçam seus instintos e vocês serão felizes!”

A Palavra de Deus diz: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8). “Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13.4).

Foi dito a vocês: “Ouçam música em alto volume e vocês se sentirão bem!”

A Palavra de Deus diz: “Em vos converterdes e em sossegardes, está a vossa salvação; na tranqüilidade e na confiança, a vossa força...” (Isaías 30.15). “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração...” (Colossenses 3.15). “instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração” (Colossenses 3.16).

Foi dito a vocês: “Desliguem seu raciocínio, relaxem e não sejam críticos! Pensem positivamente e expandam sua consciência através da meditação, das drogas e de técnicas psíquicas”.

A Palavra de Deus diz: “sede, portanto, criteriosos e sóbrios a bem das vossas orações” (1 Pedro 4.7). “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé...” (1 Pedro 5.8-9).

Foi dito a vocês: “Pratiquem o ocultismo – magia, bruxaria – e vocês obterão conhecimentos sobrenaturais e poderes especiais”.

A Palavra de Deus diz: “Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (Deuteronômio 18.10-12). “Fora (da cidade celestial) ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Apocalipse 22.15). Seu lugar “será no lago que arde com fogo e enxofre” (Apocalipse 21.8).


“Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mateus 5.8)
Foi dito a vocês: “Procurem quem faz grandes sinais e prodígios, quem tem grandiosas visões e revelações, para que vocês tenham experiências especiais”.

A Palavra de Deus diz: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (1 João 4.1). “...porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24.24).

Foi dito a vocês: “Unam-se, pois todas as religiões adoram o mesmo Deus”.

A Palavra de Deus diz: “Eu sou o Senhor, teu Deus... Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20.2-3, o Primeiro Mandamento). “Não aprendais o caminho dos gentios... Porque os costumes dos povos são vaidade” (Jeremias 10.2-3). “Os ídolos são como um espantalho em pepinal...” (Jeremias 10.5).

Jesus Cristo, o Filho de Deus, diz: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).

Foi dito a vocês: “Todo ser humano é filho de Deus, pois em cada um habita o espírito divino”.

A Palavra de Deus diz: “Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus Cristo), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais... nasceram... de Deus” (João 1.12-13). “e, tendo (Cristo) sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem” (Hebreus 5.9).

Foi dito a vocês: “Não falem de pecado, apenas de falhas, deslizes, lapsos! O bem e o mal têm a mesma origem”.

A Palavra de Deus diz: “o pecado é o opróbrio dos povos” (Provérbios 14.34). “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Isaías 5.20).


“Eu sou o Senhor, teu Deus... Não terás outros deuses diante de mim” (Êxodo 20.2-3)
Foi dito a vocês: “Ouçam o seu interior. Se meditarem bastante, encontrarão a verdade dentro de si mesmos”.

A Palavra de Deus diz: “do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas as coisas que contaminam o homem” (Mateus 15.19-20). “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum...” (Romanos 7.18).

Foi dito a vocês: “Aceitem as crenças e o modo de ser de todos. Sejam tolerantes com as diferentes culturas e estilos de vida”.

A Palavra de Deus diz: “Exortamo-vos... a que admoesteis os insubmissos” (1 Ts 5.14). “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (1 Coríntios 6.9-11).

Por isso:
• Resistam aos maus exemplos em revistas, no rádio, na TV e na internet, que falam de “amor” mas praticam imoralidades e querem arrastá-los para a destruição.

• Mantenham-se firmes tendo por modelo ao Filho de Deus, Jesus Cristo, que é puro e santo. Ele mostrou, através da Sua vida e do Seu ensino, como age o verdadeiro amor!

• Resistam à mistura religiosa antibíblica e ao ecumenismo.

• Mantenham-se firmes nas quatro exclusividades das Sagradas Escrituras: somente a Bíblia, somente Cristo, somente pela graça, somente pela fé.

• Resistam à busca antibíblica por sinais e milagres.

• Mantenham-se firmes no maior milagre: as chagas de Jesus Cristo, que entregou na cruz Sua vida pela nossa redenção e ressuscitou milagrosamente dentre os mortos ao terceiro dia.

• Resistam ao domínio de uma cultura de “entretenimento” – que, infelizmente, se espalha cada vez mais no meio cristão. Essa tendência transforma até a cruz de Cristo em objeto de distração e blasfema contra a santidade de Deus.


Mantenham-se firmes tendo por modelo ao Filho de Deus, Jesus Cristo, que é puro e santo. Ele mostrou, através da Sua vida e do Seu ensino, como age o verdadeiro amor!
• Mantenham-se firmes no Deus triuno, que é ao mesmo tempo santo e justo, amoroso e misericordioso.

• Resistam à confusão mística e às afirmações de que em todos habita uma “centelha divina”.

• Mantenham-se firmes na consciência da completa corrupção e perdição do coração humano, que depende da redenção exclusivamente pela graça.

• Resistam à “cultura musical” que imagina poder atrair pessoas à fé cristã através de elementos pagãos (por exemplo, ritmos alucinantes e que levam ao êxtase, repetições de palavras como mantras ou melodias extremamente lentas que estimulam o transe).

• Mantenham-se firmes ouvindo hinos espirituais agradáveis, procedentes de corações tranqüilos e brandos.

• Resistam às tendências desta época, atrás das quais se esconde o espírito do inimigo.

• Mantenham-se firmes no Espírito de Deus que os separará deste mundo passageiro e os guiará a toda verdade.

“Perto está o Senhor de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade” (Salmo 145.18). (Dr. Lothar Gassmann - http://www.chamada.com.br)

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Data: 26/08/2010

De: Emizael

Assunto: O engano da salvação.



“Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão” (Gálatas 2.21).

Quando comparamos o Cristianismo Bíblico com as religiões do mundo, utilizando as Escrituras para nos guiar, vemos que a lacuna entre eles é intransponível. Na verdade, somos forçados a concluir que realmente há apenas duas religiões no mundo: o Cristianismo Bíblico de um lado, e todas as outras religiões, de outro. (Refiro-me ao cristianismo bíblico como uma “religião” apenas para propósitos comparativos: uma religião é um sistema de crenças elaboradas pelo homem, enquanto que o Cristianismo Bíblico é o que Deus revelou à humanidade).

Essas duas “religiões” são diferenciadas principalmente por aquilo que ensinam a respeito da salvação – como uma pessoa pode chegar ao Céu, ao Paraíso, ao Valhalla, ao Nirvana ou à morada de Deus, ou seja lá o que as pessoas crêem sobre a vida após a morte. Cada uma pode ser classificada em uma destas categorias: (1) o que o ser humano tem de realizar ou (2) o que Deus consumou (através de Jesus). Em palavras mais simples: a religião do “Fazer” ou a do “Feito”. Estou me referindo ao fato de que: (1) ou há coisas que devemos fazer (realizações humanas) ou (2) não há nada que possamos fazer porque tudo já foi feito (consumação divina) para ganharmos a entrada no céu.

Apenas o Cristianismo bíblico está na categoria de consumação divina. Todas as outras religiões do mundo devem ser classificadas sob o rótulo de realizações humanas. Consideremos primeiro algumas das religiões mais importantes, como o hinduísmo, o budismo, o islamismo, o judaísmo e determinadas denominações ou seitas que professam ser cristãs.


O hinduísmo é um sistema de obras que envolve a prática de yoga, cuja finalidade jamais foi melhorar a saúde de alguém (contrariamente ao que muitos ouviram falar).



O hinduísmo tem cerca de 330 milhões de deuses que precisam ser apaziguados por meio de algum tipo de ritual. Dois anos atrás, fiz uma visita a um enorme templo hindu nas vizinhanças de Chicago. O estacionamento estava repleto de carros luxuosos. O revestimento era de pedras importadas da Itália. Não foram poupados recursos financeiros na construção. Do lado de dentro, médicos, advogados e engenheiros, dentre outros (de acordo com meu guia turístico), estavam servindo refeições aos ídolos: a Hanuman, o deus-macaco, e a Ganesha, o deus-elefante.

O hinduísmo é um sistema de obras – coisas que a pessoa precisa fazer para atingir o moksha, que é o paraíso hindu. Ele envolve a prática de yoga, cuja finalidade, contrariamente ao que muitos ouviram falar, jamais foi melhorar a saúde de alguém. Em vez disso, é um meio de morrer para seu próprio corpo na esperança de se livrar do âmbito físico. Isso supostamente une a pessoa a Brahman, a suprema deidade do hinduísmo. A reencarnação, um sistema que supostamente capacita a pessoa a construir seu caminho para o céu através de muitos nascimentos, mortes e renascimentos, é outro dos ensinamentos dessa religião.

O budismo também se baseia primeiramente em obras. Buda cria que a chave para se alcançar o Nirvana, que é alegadamente o estado de perfeição e de felicidade, é através de um entendimento das Quatro Nobres Verdades, e através da prática do Nobre Caminho Óctuplo.

Em essência, as Quatro Nobres Verdades declaram que nós suportamos o sofrimento por causa de nossos desejos ou de nossos anelos. Essas “Verdades” afirmam que o sofrimento cessará quando pararmos de tentar satisfazer aqueles desejos. De acordo com o budismo, podemos atingir isso seguindo o Nobre Caminho Óctuplo, o qual possui os elementos da “visão correta, intenção correta, fala correta, ação correta, sustento correto, esforço correto, cuidado correto, e concentração correta”. Tudo isso é feito por meio dos esforços humanos, isto é, “por se fazerem as coisas corretas” a fim de se atingir o Nirvana.

No islamismo, o paraíso é obtido quando Alá pesa as obras boas e os feitos maus em uma balança no Dia do Julgamento. O Alcorão declara: “Pois as coisas que são boas removem as que são más” (Sura 11:114). É um processo quantitativo. As boas obras devem ultrapassar ou obscurecer os feitos maus. Também se lê no Alcorão: “A balança daquele dia será verdadeira: Aqueles cuja balança [de boas obras] tiver bastante peso prosperarão: Aqueles cuja balança for leve terão suas almas na perdição” (Sura 7:8,9).

Eis aqui um exemplo interessante daquilo que um muçulmano enfrenta para chegar ao paraíso: no dia 3 de abril de 1991, a revista egípcia Akher Saa registrou um debate acalorado entre quatro mulheres jornalistas e o sheik Dr. Abdu-Almonim Al-Nimr, que ocupa uma posição elevada na Universidade Islâmica Al-Azhar (no Cairo, Egito, a mais prestigiosa instituição islâmica sunita). Uma das jornalistas perguntou-lhe: “No islamismo, as mulheres são obrigadas a usar o jihab [um véu ou uma cobertura para a cabeça]? Se eu não usar o jihab, irei para o inferno a despeito de minhas outras boas obras? Estou falando sobre a mulher decente que não usa o jihab”.


O Alcorão declara: “Pois as coisas que são boas removem as que são más” (Sura 11:114). É um processo quantitativo. As boas obrasdevem ultrapassar ou obscurecer os feitos maus.



O Dr. Al-Nimr respondeu: “As ordenanças no islamismo são muitas, minha filha, e Alá nos faz prestar contas por cada uma delas. Isso significa que, se você agir de acordo com aquela ordenança, ganha um ponto. Se você negligenciar uma ordenança, perde um ponto. Se você orar, ganha um ponto; se você não jejuar, perde um ponto; e assim por diante”. E ele continuou: “Eu não inventei uma nova teoria. (...) Para cada homem há um livro no qual todas as suas boas obras e os seus feitos maus são registrados, até mesmo como tratamos nossos filhos”.

A jornalista disse: “Isso significa que, se eu não usar o jihab, não irei para o fogo do inferno sem que se leve em consideração o restante de minhas boas obras”. O Dr Al-Nimr replicou: “Minha filha, ninguém sabe quem irá para o fogo do inferno. (...) Eu posso ser o primeiro a ir para lá. O califa Abu-Bakr Al-Sadik disse: “Não tenho a menor confiança nos esquemas de Alá, mesmo que um de meus pés esteja dentro do paraíso, quem poderá determinar qual obra é aceitável e qual não é?”. Você faz tudo o que pode, e a prestação de contas é com Alá. Peça a ele que a aceite”.

No judaísmo, o céu é alcançado por aquele que guarda a Lei e seus cerimoniais. Obviamente, isso não é consistente com o que o Tanakh [Antigo Testamento] ensina, mas essa tem sido a prática do judaísmo por milênios. Como disse Jesus: “E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15.9).

Suas palavras também se aplicam a uma série de denominações e cultos “cristãos” que enfatizam as obras como sendo necessárias para a salvação. Os Testemunhas de Jeová, os Mórmons, os Adventistas do Sétimo Dia, os adeptos da Igreja de Cristo, os Católicos Romanos, os membros das igrejas Ortodoxas Oriental e Russa, muitos Luteranos, e inúmeros outros. Todos incluem algo que precisa ser realizado ou que é necessário para a salvação, seja o batismo, os sacramentos, ou a filiação a uma determinada organização e a observância de seus requisitos.

Aqui está um exemplo extraído dos primeiros 30 anos de minha própria vida como católico romano. Eu vivia por um sistema religioso de leis, muitas das quais os católicos são obrigados a guardar. O começo é o batismo. Se uma pessoa não é batizada, a Igreja diz que ela não pode entrar no céu. A Igreja também diz que, embora o batismo seja exigido, ele não é nenhuma garantia. Existem muitas outras regras que um católico tem que observar.


Há obrigações que um católico deve satisfazer com respeito tanto às crenças quanto às obras.



Tenho um livro em meu escritório chamado Código da Lei Canônica. Ele contém 1.752 leis, muitas das quais afetam o destino eterno de uma pessoa. Os pecados reconhecidos pela Igreja Católica Romana são classificados como mortais ou veniais. Um pecado mortal é aquele que amaldiçoa uma pessoa, condenando-a ao inferno, se essa pessoa morrer sem tê-lo confessado e sem ter sido absolvida dele por um sacerdote. Um pecado venial não precisa ser confessado a um sacerdote, mas, confessado ou não, todo pecado acrescenta tempo de punição à pessoa. O pecado venial deve ser expiado aqui na terra através do sofrimento e das boas obras ou então ser purgado nas chamas do purgatório após a morte da pessoa.

Há obrigações que um católico deve satisfazer com respeito tanto às crenças quanto às obras. Por exemplo, a pessoa precisa crer que Maria foi concebida sem pecado (um evento chamado de Imaculada Conceição). Se um católico não crer nisso, ele comete um pecado mortal, que carrega a penalidade da perdição eterna. O dia da Imaculada Conceição é dia santo de guarda, dia em que todos os católicos devem assistir à missa. A pessoa que não fizer assim pode estar cometendo um pecado mortal.

Todos os sistemas de crenças que mencionei, e também muitos outros, consistem em fazer ou não fazer determinadas coisas para alcançar o “céu”. Todos são baseados nas realizações humanas. Mas, e o Cristianismo Bíblico? É diferente? Como?


Muitos sistemas de crenças consistem em fazer ou não fazer determinadas coisas para alcançar o “céu”. Todos são baseados nas realizações humanas.



Efésios 2.8-9 deixa claro: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. Isso é bem direto. Nossa salvação não tem nada a ver com nossas realizações.

O versículo 8 nos diz que é pela graça que somos salvos. A graça é um favor imerecido. Se qualquer mérito estiver envolvido, não pode ser graça. A graça é um presente de Deus. Portanto, se for pela graça, não pode ser pelas obras. Isso parece bastante óbvio. Alguém trabalha duramente por um mês e seu patrão chega até ele, com seu cheque de pagamento na mão, e diz: “Muito bem, José, aqui está o seu presente!” Não! José trabalhou por aquilo que está sendo pago. Não há nenhum presente envolvido.

No que se refere a um trabalhador, Romanos 4.4 nos diz que seu salário é o pagamento por aquilo que seu empregador lhe deve, e que seu cheque de pagamento não tem nada a ver com a graça nem com um presente. Um trabalhador que fez um bom trabalho pode se gabar ou sentir orgulho por aquilo que realizou. Todavia, tudo isso é contrário à graça ou a um presente. A graça não dá lugar para nenhuma sensação de mérito próprio, e um presente liquida qualquer sensação de algo que foi merecido ou que foi entregue em pagamento por serviço prestado.

O ensinamento de Paulo aos efésios é reafirmado na Epístola a Tito:

“Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tito 3.4).

Podemos perceber que isso é consistente com Efésios 2.8-9. Não é por meio de nossas obras que somos salvos – não é por meio de obras de justiça que fizemos – somos salvos por meio da misericórdia dEle.

Você pode muito bem imaginar que, como católico romano, condicionado por uma vida de regras e rituais da Igreja, tive grande dificuldade para crer que a fé era a única base por meio da qual eu poderia entrar no céu. Isso não fazia sentido para mim.


“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Efésios 2.8)



Bem, não apenas faz sentido, mas é a única maneira por meio da qual uma pessoa pode ser salva. Isso é algo miraculosamente sensato!

Primeiro, o que impede uma pessoa de ir para o céu ou de desfrutar da vida eterna com Deus? Sabemos que a resposta é “o pecado”. Segue abaixo uma pequena amostra de versículos que se aplicam: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23); “Porque o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23); “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus” (Isaías 59.2); “A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18.20); “E o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1.15).

Em Gênesis 2, Deus explica a Adão as conseqüências da desobediência a Ele. Adão foi admoestado a não comer de um determinado fruto no Jardim do Éden. Esse foi um mandamento relacionado com a obediência e o amor – e não que Deus estivesse retendo algo de Adão, como sugeriu a Serpente. Lembramos que Jesus disse: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra”, ou seja, guardará os Seus ensinamentos (João 14.23). Nosso amor por Deus é demonstrado por nossa obediência.

Qual foi a penalidade estabelecida por Deus para a desobediência? Gênesis 2.17 diz: “Porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. Adão e Eva amaram a si mesmos mais do que a Deus porque não “guardaram a palavra dEle”. Eles Lhe desobedeceram e a conseqüência foi a morte. “Porque, no dia em que comessem do fruto, certamente morreriam”. Nas Escrituras, a morte sempre envolve a separação, e, no julgamento de Deus sobre eles, duas aplicações são encontradas: (1) a morte física (a degeneração do corpo, levando finalmente à sua separação da alma e do espírito), e (2) a separação eterna de Deus.

Adão e Eva não morreram instantaneamente, mas o processo de morte começou naquele momento para eles e para toda a criação. Entretanto, seu relacionamento espiritual com Deus mudou imediatamente e para sempre. O julgamento de Deus pelo pecado é eterno: separação de Deus para sempre. É uma penalidade infinita. E Deus, que é perfeito em todos os Seus atributos, inclusive em justiça, tinha que efetuar a punição. Deus não podia permitir que eles saíssem em segredo e simplesmente tivessem uma nova oportunidade. Isso teria significado que Ele não era perfeitamente fiel à Sua Palavra. A penalidade tinha que ser paga.


Adão e Eva não morreram instantaneamente quando desobedeceram, mas o processo de morte começou naquele momento para eles e para toda a criação. Entretanto, seu relacionamento espiritual com Deus mudou imediatamente e para sempre. O julgamento de Deus pelo pecado é eterno: separação de Deus para sempre. Então, o que Adão e Eva poderiam fazer?



Então, o que Adão e Eva poderiam fazer? Nada, exceto morrer física e espiritualmente, que é ficar separado de Deus para sempre. E, o que o restante da humanidade pode fazer, visto que todos pecaram? Nada. Bem, alguém pode perguntar: E o que acontece se nós fizermos todo tipo de boas obras que possam suplantar nossos pecados, ou se formos sempre à igreja, ou se formos batizados, fizermos obras religiosas, recebermos os sacramentos e assim por diante? Nenhuma dessas coisas pode nos ajudar. Por quê? Porque elas não pagam a penalidade. Então, o que podemos fazer? Não há nada que possamos fazer, exceto pagarmos nós mesmos a penalidade, sendo separados de Deus para sempre.

Nossa situação seria absolutamente sem esperanças; entretanto, Deus possui alguns outros atributos além de ser perfeitamente justo. Ele também é perfeito em amor e em misericórdia! “Porque Deus amou o mundo de tal maneira” que enviou Seu Filho unigênito para pagar a penalidade em nosso lugar (João 3.16).

E isso é exatamente o que Jesus fez na Cruz. É incompreensível para nós que, durante aquelas três horas de trevas – quando bradou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27.46) – Ele tomou sobre Si os pecados do mundo e sofreu a ira de Seu Pai em nosso lugar. Na Cruz, Ele “[provou] a morte por todo homem” (Hebreus 2.9), ou seja, Ele experimentou e pagou a penalidade infinita pelos pecados de todos nós.

Quando aquele feito divino terminou, Jesus clamou, “Está consumado!” (João 19.30), significando que a penalidade havia sido paga totalmente. Foi uma realização divina porque era algo que apenas Deus poderia fazer! Deus tornou-Se homem e morreu fisicamente porque a morte física fazia parte da penalidade. Todavia, como Deus-Homem, Ele pôde experimentar completamente a penalidade que cada pecador experimentaria, a saber, ser espiritualmente separado de Deus para sempre.

A justiça de Deus exige pagamento. Ou pagamos a penalidade nós mesmos, ou nos voltamos para Jesus pela fé e recebemos os benefícios de Sua expiação sacrificial. O que lemos em Romanos 6.23? “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. A Bíblia não poderia ser mais clara em afirmar que a salvação é exclusivamente “o dom gratuito de Deus”, e que apenas podemos apropriar-nos desse presente por meio da fé.

Qualquer tentativa de merecer a salvação por meio de nossas obras não é apenas fútil – é impossível! “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago 2.10). E, ainda pior, tentar merecer a salvação é uma negação da infinita penalidade imposta por Deus, uma rejeição do “dom inefável” de Deus, e um repúdio ao que Cristo realizou por nós.

Isso é algo em que a maioria dos evangélicos costumava crer. Já não é mais o caso, uma vez que a apostasia ganha espaço nos Últimos Dias. Recentemente, um levantamento de um instituto de pesquisas (feito com mais de 40 mil americanos) verificou que 57% daqueles que diziam ser evangélicos não criam que Jesus é o único caminho para o céu. Como Jesus é o único que proporciona a consumação divina, tudo o que resta é o engano fútil das realizações humanas para se alcançar a salvação. (T. A. McMahon - TBC - http://www.chamada.com.br)

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Data: 26/08/2010

De: Emizael

Assunto: Arrebatamento

A IGREJA DE FILADÉLFIA - A IGREJA MISSIONÁRIA (1730 d.C. - Arrebatamento)
Apocalipse 3:7-13 (cont.)
"Ao anjo da igreja em Filadélfia escreve: Estas coisas diz o santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi..."
Aqui Jesus expressa sua autoridade máxima. O que tem a chave é o que controla tudo. Portanto, Jesus faz uma referência enfática de sua total autoridade, a mesma que o Nome Dele já exerce hoje sobre todo principado e potestade e a mesma que Ele exercerá em Seu governo milenar, em Seu Aparecimento Glorioso.

"...que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá:"
Jesus demonstra novamente sua autoridade máxima, conforme Mateus 28:18:

"Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra."

Jesus é o único que abre portas de oportunidade de evangelização que ninguém pode fechar. Marcos 16:15-16 afirma:

"E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado."

Por isso, a Igreja de Filadélfia representa o per~iodo em que o trabalho missionário foi reativado. Por outro lado, Jesus também fecha portas que ninguém (nem o inferno) poderá abrir. Em Mateus 16:18, a Palavra diz:

"Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela."

A igreja que realmente se submete a Cristo tem sempre o poder de fechar as portas do inferno. Quem fecha as portas, é claro que é Cristo, quem edifica a Igreja (Mateus 16:18) . Aqui nos referimos à Igreja que sabe usar a autoridade que Jesus dá a ela em Seu Nome. Filadélfia tinha essa autoridade outorgada por Cristo, porque era fiel a Ele. Existem igrejas hoje que sofrem ataques e desfalques do inferno constantemente. Isso significa que alguma porta do inferno manteve-se aberta por legalidade que Satanás adquire sobre tal. Satanás somente entra e prevalece quando a ele é dada tal legalidade. Por isso, para se fechar a porta, os membros da igreja (líderes e ovelhas) deverão confessar o pecado da igreja a Deus, arrependendo-se e pedindo perdão para que a injustiça (a legalidade inimiga) seja removida, e finalmente a porta seja fechada, tal qual afirma 1 João 1:9:

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça."

"Conheço as tuas obras — eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar..."
Aqui Jesus afirma que deixou a porta de oportunidade da pregação do Evangelho aberta de contínuo para a Igreja de Filadélfia, conforme Isaías 60:11:

"As tuas portas estarão abertas de contínuo; nem de dia nem de noite se fecharão, para que te sejam trazidas riquezas das nações, e, conduzidos com elas, os seus reis."

"...que tens pouca força..."
Esse versículo quer dizer que a Igreja de Filadélfia era composta por uma congregação pequena. Definitivamente, Deus não se interessa por quantidades, mas por fidelidade. As igrejas pequenas em número de membros têm também visitações grandiosas de Deus. Infelizmente temos visto alguns líderes que, ao verem o número de membros de suas denominações crescerem, acabam perdendo o foco principal em Jesus Cristo e começam a concentrarem-se no que se arrecada em dízimos e ofertas, em formar "impérios" de milhares de membros, e terminam centrando-se em si mesmos.

Principalmente no Brasil, vemos esse "fenômeno" ocorrer com mais freqüência, e vemos também que Deus responde com muito poder às igrejas pequenas.

"...entretanto, guardaste a minha palavra..."
A Igreja de Filadélfia obedeceu à Palavra de Deus. Ela praticou a obediência. As igrejas da Reforma, por exemplo, sejam as da época de 1500 d.C. como as de hoje, crêem mas raramente obedecem à Palavra de Deus.

"...e não negaste o meu nome."
A fidelidade da Igreja de Filadélfia era tamanha que nunca negaram ao Nome de Jesus. Negar ao Nome de Jesus é mais usual do que se pensa. Focalizamos o episódio de Pedro, somente. Mas qualquer distorção na Palavra genuína, qualquer desobediência, qualquer mau exemplo de ovelhas e líderes, constituem também a negação ao Nome de Jesus Cristo. No final dos tempos, veremos ainda mais evidente o contraste entre a pregação do verdadeiro Evangelho e falsos líderes, que semeiam o espírito de antricristo como um vírus, inoculando a igreja evangélica atual.

"Eis farei que alguns dos que são da sinagoga de Satanás, desses que a si mesmos se declaram judeus e não são, mas mentem, eis que os farei vir e prostrar-se aos teus pés e conhecer que eu te amei."
Jesus promete trazer à tona tudo que é oculto e trabalha contra Sua genuína Igreja. Isso virã em forma de julgamento, de espada. Hoje, na Igreja Brasileira, já estamos vendo falcatruas de supostos líderes evangélicos sendo expostas ao público. É assim que Deus limpará as vestes manchadas da igreja atual.

"Porque guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro, para experimentar os que habitam sobre a terra."
A maior de todas as tribulações sobre a terra ainda está por vir. O período de Tribulaçâo é descrito pela Bíblia como o pior período da história da humanidade, quando o anticristo será o governador mundial por sete anos. Porém, Jesus promete arrebatar a Igreja verdadeira (representada aqui pela Igreja de Filadélfia) antes desse temeroso período. Tudo por causa da fidelidade da Igreja de Filadélfia.

"Venho sem demora. Conserva o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."
A Jesus reafirma sua Segunda Vinda, para confortar os corações da Igreja Verdadeira. Do ponto de vista histórico, obviamente a Igreja de Filadélfia já não existe, mas Jesus reafirma a esperança de Sua Segunda Vinda aos que permanecerem fiéis até o final. A vigilância se faz necessária para que não haja legalidade dada a Satanás que o permita roubar nossa coroa.

"Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá..."
Coluna significa estabilidade. Somente em Cristo teremos estabilidade, como cristãos. Mesmo que a nossa fé seja provada, seja motivo de chacota de outros, e mesmo que muitos de dentro da própria igreja nos firam na alma, em Cristo estaremos sempre estáveis. Muitos irmãos em Cristo da igreja atual estão doentes, e precisam desta cura interior urgentemente. Não só ovelhas, mas principalmente líderes, que perdem o foco em Cristo, deixam-se seduzir pela posição de liderança que têm, esquecem-se da humildade necessária da liderança de Cristo e querer ser servidos, ao invés de servirem - lição número 1 da liderança de Cristo.

Muitas das feridas que minha esposa Marcia e eu tivemos não foram de pessoas "do mundo", mas vieram de "irmãos" de dentro da própria igreja, que nos julgavam, nos ofendiam, sem ao menos nos conhecer. A falta de respeito ao próximo dentro do Corpo de Cristo atual é algo estarrecedor. Nem "no mundo" se vê tamanha falta de respeito, em alguns episódios. Isso realmente dói e foi um treinamento de Deus muito longo para nós para que pudéssemos curar essas feridas. Por isso, pedimos que todos vocês que lêem esse artigo orem a Deus pela cura de muitos irmãos da IGREJA ATUAL! Glórias a Deus que há exceções também: pessoas realmente comprometidas com o Reino de Deus aqui na terra. Mas isto deveria ser regra, não exceção.

"...gravarei também sobre ele o nome do meu Deus, o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém que desce do céu, vinda da parte do meu Deus..."
A Palavra de Deus diz em Efésios 1 que somos selados com o Espírito Santo - um sinal visível no mundo espiritual. Isso é exatamente a gravação do nome do Pai em nossas vidas, o que nos dará direito de habitar na Nova Jerusalém, conforme as descrições de Apocalipse 21:9 a 22:6.

"...e o meu novo nome."
O nome de Jesus será gravado nos crentes fiéis como confirmação do selo e para cumprir o que está escrito em Apocalipse 22:3-4:

"Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão, contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele."

Estaremos habitando com Jesus e com o Nome Dele gravado em nossas frontes. Aleluia!

" Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito Santo diz às igrejas."
O desejo de Cristo é que sejamos cristãos sensíveis ao que o Espírito Santo tem a nos dizer. Além disto, o desafio de Cristo é que sejamos praticantes da Palavra, além de ouvintes (Tiago 1:22):

"E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos."

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Data: 17/08/2010

De: pr wilson

Assunto: nova vida

em 2cor 5.17 o apostolo paulo nos traz uma afirmaçao certa que o que e velho nao pode mais fazer parte do novo presente que e cristo jesus em cristo a natureza velha tem que morrer,a vida grotesca do passado nao pode mais fazer parte dessa nova vida esta na cruz e viver uma vida de mundanças pelo sangue de jesus Deus te abençoei

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Data: 23/07/2010

De: pr wilson

Assunto: nenhuma condenacao ha para quem esta em cristo jesus

no livro de joao no cap 1 e vs 12 deixa bem claro do proposito do filho de Deus para nossa vida pelo sacrificio de Jesus temos livre acesso ao coracao do Pai o seu sangue nos torna limpos de todo pecado foi por mim e por vc que ele se entregou quando tomo a decisao de tomar posse desse sacrificio me torno filho de Deus e isso e uma descisao a descisao de viver em Cristo a parte dele foi feita a gora temos que tomar posse e vivermos todas as vitorias que ele conquistou por nos um abracao caro leitor

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Data: 22/07/2010

De: Ernandes Linhares

Assunto: Mensagem

JESUS, NOSSA ESPERANÇA


1 Coríntios 15:12-28

Todas as biografias terminam da mesma maneira. Pessoas que foram influentes, violentas, bondosas ou engraçadas têm sempre o mesmo final: a morte. Todas as biografias terminam assim, exceto uma! A história de Jesus Cristo. Ele ressuscitou e continua vivo. E porque ele está vivo, Jesus é nossa esperança diante da morte. A Bíblia diz que a morte não é o fim da vida, mas uma porta de entrada terrena para um tipo diferente de vida. Com a sua ressurreição Jesus venceu a morte.

Mas morte e destino final são duas coisas diferentes. Após a morte, um destino, entre dois possíveis, espera a pessoa. Os que morrem sem Cristo irão para um lugar de separação de Deus. A Bíblia diz que é um lugar onde haverá choro e ranger de dentes. Assim como o céu é inimaginavelmente bom, o inferno é inacreditavelmente horrível. Não há purgatório. E a escolha de um dos dois destinos deve ser feita antes de passar pela porta da morte.

Cristo morreu pelos nossos pecados, e agora oferece outro destino como um presente especial. Estar em Cristo é confiar que na morte sacrificial ele pagou o preço dos nossos pecados, é confiar na ressurreição que nos dá vida eterna.

Ore
Louvado seja teu nome, Senhor. Porque todo o mal será consumido no fogo da tua glória quando teu filho voltar. Maranata! Vem Senhor Jesus! Amém.

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